Fundi-me no espelho em vertigem a água corria sob a ponte entre as margens quietas não vivia vivalma nos cômoros as videiras erguiam-se às mãos dos podadores inclinados equilibrados nos socalcos xistosos o sol sulcava as encostas a água corria sob a ponte não passava ninguém sobre a ponte nem para a outra margem fundi-me no espelho em vertigem
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Monday, March 02, 2009
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