Sigo o meu caminho habitual,
encontro o sentido proibido
prantado no meio da rua.
Ignoro o sinal?
escolho outra estrada
sem escolhos à vista?
Encolho os ombros
de cinismo puro?
Volto atrás
a ganhar alento?
Salto o muro.
Ponto.
Perguntam: qual muro?
Um muro. Invisível.
Mas estava lá.
E os pássaros?
Sei lá!
Voaram.
