Wednesday, August 15, 2007
Cheguei!!!
Resumo e fotos: em breve.
Friday, July 27, 2007
FÉRIAS!!!



Praias com imenso areal d’ “argento” no mar Adriático - não é razão bastante?
E se lhe juntarmos o amor? ...
… com passagem por Barcelona, em visita a uma Princesa!
Fotos retiradas de:
http://www.comune.alba-adriatica.te.it/storia.php
http://it.wikipedia.org/wiki/Giulianova
http://www.comune.giulianova.te.it/ ( galeria fotográfica)
De 30 de Julho a 15 de Agosto de 2007…
Thursday, July 26, 2007
quadro negro ou branco ou interactivo...
«(...) Ao contrário do que afirmou o nosso primeiro-ministro, a relação professor-aluno não muda por causa de um brinquedo que desenha de forma perfeita os ângulos dos losangos. O quadro intercativo não faz falta alguma ou melhor dizendo faz tanta falta quanto antes deles fizeram os mais recentes acetatos ou já os desaparecidos flanelógrafos: se o professor for bom e se a turma estiver motivada, esses objectos ajudam a tornar mais interessante aquilo que já o é. caso contrário, ou seja, se o professor for mau e se os alunos não estiverem interessados, então todas essas apregoadas maravilhas se transformam numa tralha grotesca. (...) »
Eu pensei que já ninguém se lembrava dos "benditos" flanelógrafos ... e , agora, já antiga nestas lides, que , naquela altura em plena aula assistida no ano de estágio, a brincadeira não tinha mesmo piada nenhuma, não se consegue conter o riso, ao rever a cena que tantas vezes se repetia: colocados os bonecos - a Nicole, o Robert, Madame e Monsieur Dupont mais uma porta, um quadro , um sinalefo que significa falar e mais outro que simbolizava ouvir, enfim, a cena toda prontinha para se repetir o diálogo daquelas criaturinhas infelizes ou fazê-lo repetir a um gravador cheio de ruídos- aquilo vinha tudo abaixo, no momento menos propício... e valia-nos a paciência dos alunos que - vejam só !!! - nem se riam nem nada , eles também conscientes do instante malfadado e da repercussão que podia vir a ter e do desportivismo com que se - fazendo das tripas coração- se agarrava na bonecada toda outra vez e - masoquistas que éramos! - pretendíamos encaixar nos lugares as ditas personagens, o que nem sempre era possível... ( tem muita piada , tem, a quilómetros de anos de distância... ... ... por acaso tem!) Imagino agora a cena sofisticada, em que um Professor no seu estágio ou em avaliação, aquela de que ainda nada ou quase nada se sabe, o quadro da luz vai abaixo, o rato teima em não funcionar, o cabo não liga de maneira nenhuma e, caso se queira ligar à internet, nesse mesmo dia, internet, viste-a... e lá vai o trabalhinho de muitas horas e horas... para o maneta... ( o Maneta é outra história do tempo das Invasões Francesas e o flanelógrafo é antigo, mas nem tanto!!!) ...
Wednesday, July 25, 2007
Jogos Olímpicos de Pequim
... a proibir que as pessoas se beijem!
Mas estes chineses estão loucos!
Tuesday, July 24, 2007
Candeeiro
Monday, July 23, 2007
KAOS in Barcelona
Desafio: quinta linha página cento e sessenta e um
quinta linha
página cento e sessenta e um
do livro que ando a ler
Obra:"O Pintor de Batalhas"
Autor: Arturo Pérez-Reverte
Mais (linha 4)/tarde entrou na agência bancária para levantar dinheiro da sua /(linha seis) conta, foi á loja de ferragens onde encomendava as tintase pagou a última factura pendente.
Extra desafio, transcrevo umas linhas, da página 14, que eu sublinhei:
Depois a fotografia ocupou esse lugar. As tuas fotografias, Faulques. E as dos outros. Mas até isso perdeu a honradez, não é verdade? Mostrar o horror em primeiro plano é já socialmente incorrecto. Até à criança que ergueu as mãos na famosa fotografia do gueto de Varsóvia lhe tapariam hoje a cara, o olhar para não desobedecer às leis sobre a protecção de menores.
Passo o desafio a
Leituras: sugestões aceitam-se
Ah houve notícias de Paris... ah Paris, Paris ( dizer com "accent" parisiense!)
Sunday, July 22, 2007
7 factos 7
Cada pessoa escreve sete factos casuais sobre a sua vida e passa o desafio a outras sete.
Andei a investigar e há enumerações de factos casuais para todos gostos. Eu optei por escrever daquelas manias/gostos/desgostos do dia a dia/vida rotineira e não propriamente da vida inteira. Versejei, mas foi sem querer...
1. Nunca acordo verdadeiramente sem tomar um café.
2. Se não durmo bem, pareço uma zombie durante o dia seguinte. Não me digam nada, porque não adianta. Passo o dia à espera de pôr o sono perdido em dia…
3. Tenho sempre ao alcance da mão um livro, uma revista, um jornal, um bloco , um lápis ou uma esferográfica , mesmo que não lhes toque durante horas. Manias!
4. Um dia sem ouvir a voz da Princesa é um dia sem sol.
5. Não gosto que me mudem os objectos do sítio ( gaveta, estante, cantinho qualquer), porque depois andam à procura das coisas e eu é que tenho que as encontrar…
6. Quando vejo filmes/séries policiais, ajeito-me no sofá toda contente, com uma tacinha de batatas fritas (sem sal) e araruta para ir roendo… e, por favor, ninguém fale comigo no momento preciso em que se descobre o criminoso!
7. Gosto mesmo é do Verão!
Passo o desafio a – lamento que alguns estejam de férias, mas , se não lhes estivesse a moer o juízo, ia ser muito complicado entregar o desafio. Pardon, sorry, me dispiace… mas o que tem que ser tem muita força…passo o desafio a:
Bell ( savebybell)
Saturday, July 21, 2007
Miminhos em forma de chocolate

Festas NA Cidade

Friday, July 20, 2007
BANANA Prize

Papoila que se preza dança o cha cha cha e o samba e marchinhas com uma sensualidade tropical... é só ir lá espreitar ( o link está ao lado; já sei que tive imenso tempo para aprender a colocar aqui a ligação, mas , com este Verão que nem é nem deixa de ser, não tenho paciência; fica para Setembro, mas não prometo!) para perceber. E dança e dança e dança e precisa de uma bebida fresquinha que ela prepara com doçura. E, com tanta dança, pôs-se a distribuir bananas por toda a gente da roda. E vai daí, eu trouxe a que me pertence, agradecendo... Fica aqui tão bonitinha que não resisti... Levem também, se por aqui passarem. Não sei nenhuma receita especial para fazer com elas ... e - vá que ninguém se ria - assim de repente só consigo lembrar-me da canção que diz "como o macaco gosta de bananas, eu gosto de tiiiiiiii"...
Nota: também não sei que premeia tal prémio! Mas não tem importância ou tem? Ah! Uma condição. Cantar (!!!) - desafinar também serve - a canção do Prémio Banana! Voilà! Tudo a cantar! E está tudo a rir! Óptimo...
Lo unico fruto del amor,
Es la BANANA,
Es la BANANA!
Lo unico fruto del amor,
Es la BANANA si señor!!!
ChaChaCha!!!
Wednesday, July 18, 2007
Monday, July 16, 2007
MomentUS de Excelência

Assim, a todos quantos me visitam regularmente, ali e aqui, e são pessoas que vêm em paz, nomeio dignos deste galardão: a todos, porque me querem bem, a uns porque me incentivam, a outros , porque me fazem rir, a alguns , porque me emocionam, muitos me impressionam pela dedicação a lutas (im)possíveis e pela qualidade das palavras que escrevem e pelos sentimentos que expressam...
Cada um prenda o "pin" na lapela... quando e se o desejar.
Sunday, July 15, 2007
Carroussel
no 14 Juillet...
baile gigante
e estonteante
fogo de artifício;
uma vez cheguei
ao aeroporto d'Orly
num 1º de Maio e recebi
um raminho perfumado
de flores de muguet...
dormi num hotel
em Saint Germain des Prés,
Notre Dame a Catedral
fechada não sei porquê,
mas passeei na avenida
dos Champs-Elysées
e sentei-me descansada
numa esplanada
a beber um thé;
vagueei pela noite
no Quartier Latin;
subi à Torre Eiffel
e tout Paris ville-lumiére
ajoelhou a meus pés;
desde um bateau-mouche
num dia chuvoso
Paris brumoso
das pontes
sobre o Sena;
adorei o Jardin
du Luxembourg
e o Museu d'Orsay
que foi uma estação
e actualmente
já não é
e onde vi casualmente
os Girassóis de Van Gogh
e quadros de Monet!
Guardamos as imagens
num cofre na memória;
como um livro de História
para não esquecer,
relemos as mensagens,
Nota: culpa do J. Sineiro esta lengalenga!
Saturday, July 14, 2007
Sombras
nas sombras especadas
das casas paradas;
nas esplanadas
quase vazias
poucas pessoas
pousam pasmadas
em frente da TV;
adiante a garganta
de um altifalante
possante
a despropósito
grita no Largo da Sé
a voz de Jennifer;
o sossego
canta em segredo
entre as folhinhas
o perfume adocicado
da flor das tílias.
Monday, July 09, 2007
Verão afinal
uma canção francesa
gota a gota
deslizando
a água pelo corpo
cansado
embrulhado
o pensamento
em vento
suave...
Sunday, July 08, 2007
Mões - Castro Daire
Ouvimos falar numa feira Medieval em Castro Daire e nem pensámos duas vezes, embora, ultimamente, estas feiras proliferem por esse país fora em cada recanto, o que lhes retira o encanto e hoje os olhos até estão mais focados na Festa dos Tabuleiros de Tomar, que deve ser festa em grande. Pela Lezíria, inaugura-se também uma comprida ponte e é só festas, romarias e inaugurações e valha-nos o Verão para andar tudo ao som de fogo de artifício , pelo menos em sentido figurado que, fogo real deste de lançar no ar o foguetório, é preciso cuidado… Lá fomos – como diriam os governantes - para o Portugal profundo. De Castro Daire, conhecia a localização de ver no mapa e umas duas ou três freguesias – Gozende ( pode escrever-se com s ) , Picão e Ermida, conhecia a proximidade fronteiriça a Cinfães, porque , ao andar a viajar pelas vidas dos meus antepassados, parei também nos nomes das terras ( freguesias que se tornaram lugares, lugares que se tornaram quintas, quintas que deixaram alguns vestígios e outros lugares que desapareceram… administrativamente e só vivem nos documentos dos Arquivos ou na Torre do Tombo). Nomes que identifiquei com a ajuda do Dicionário Corográfico de Portugal, dos confrades do sítio GENEAPortugal, dos genealogistas que tive a sorte de encontrar pelo caminho ( talvez um dia parte dessa H(h)istória do meu passado seja contada por Nuno Resende que bloga em “O Breviário” e, através do qual tive acesso a ligações familiares nunca possíveis sem o seu trabalho e a generosidade que teve em partilhar tais conhecimentos com esta humilde mortal!) . Enfim, chegámos aos arredores de Castro Daire , já depois de sair da A24, e, de Feiras, apenas anúncios de beira de estrada “Feira Medieval – Mões”. Não conhecia Mões. Nunca na vida ouvira falar de tal freguesia, nem os meus olhos se haviam jamais detido nela , nem quando procurara a situação das já referidas atrás. De nariz franzido, com as indicações de dois locais , que, àquela hora quase não se via vivalma por ali, passámos Ponte Pedrinha e, virando sempre à esquerda, sempre à esquerda, sempre à esquerda, lá demos com a freguesia. Primeiro sinal de que algo se passava: trânsito proibido a certa altura. Lá fomos a pé , como deve ser, por ali fora e foi uma boa surpresa: tudo bonito, limpo e escorreito. As pessoas , uma simpatia, em que se notava uma vivência total do acontecimento, aliás, a organização estava a cargo da Filarmónica de Mões, as mulheres e moças, bem vestidas para a ocasião ( talvez tivesse havido ontem algum desfile a propósito!) e bem calçadas a condizer, o que nem sempre acontece... ( os homens também!). Mas ia dizer que, em Mões, há mulheres e moças muito bonitas…Comeu-se bem ( já acabara o cabrito assado no forno de lenha!) e não cabíamos em nós do espanto: em Mões, lá num alto sobranceiro ao rio Paiva, no meio das serranias, vive-se assim uma Feira … Para se saber mais sobre Mões e, como chegou até nós de tempos longínquos, como esteve ligada a Egas Moniz, e a muitos reis pelo tempo fora, como foi concelho com foral e depois deixou de ser, consultar, por exemplo: http://www.minhaterra.com.pt/template/frames.php?intNivelID=4031
Friday, July 06, 2007
Encadeado
O calor , chegou o calor!
Queda-se nos campos
o feno cortado
estendido ao sol
como outrora
nas eiras do Douro
o milho dourado ...
e o meu avô calejado
encostado ao mangual
rastreava com os olhos
as terras calmas
em socalcos
a correr para o rio...
e do outro lado
Resende
"-dizem que viva Resende
não sei que graça lhe achais
terra do milho miúdo
alimento dos pardais-"
cantavam ao desafio
em despique
nas noites da desfolhada
com beijos de mel
em horas de milho-rei
pelo s. miguel
e a minha avó
entre as panelas de ferro
e as malgas cheias
de caldo a rescender
a ementas nunca mais
saboreadas
nem Jacinto
a subir para Tormes
e a provar a canja
e o célebre arroz de favas
se lhes compara
e as pequenas acaloradas
os pés descalços
a chapinhar
pelas levadas fora ...
e as uvas gordas
a inchar pelas tardes
e as meninas a seguir
o avô em passos
de sombra
que ele tem um segredo:
na ramada do Rosso
preso nos bagos maduros
de Fernão Pires
vivia o sol!
